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NA EDIÇÃO DE HOJE

⚖️ Edson Fachin arquiva pedido de suspeição contra Dias Toffoli.

🎾 João Fonseca e Marcelo Melo são campeões de duplas no Rio Open.

💳 Governo Lula atinge R$ 1,4 bi em gastos no cartão corporativo.

🎵 A Geração Z está impulsionando o retorno do iPod.

✂️ Suprema Corte dos EUA derruba tarifas de Trump.

JUSTIÇA

Fachin arquiva suspeição contra Toffoli no Master.

Crédito: Antonio Augusto/STF

O ministro Edson Fachin arquivou pedido de suspeição apresentado contra Dias Toffoli no âmbito de processos relacionados ao Banco Master. A decisão mantém Toffoli apto a atuar nos casos e encerra a tentativa de afastamento por alegada falta de imparcialidade.

O requerimento questionava a atuação de Toffoli diante de fatos recentes ligados ao banco. Ao analisar o pedido, Fachin concluiu que não estavam presentes elementos jurídicos suficientes para caracterizar suspeição nos termos previstos na legislação processual.

Com o arquivamento, os processos seguem sob condução normal no Supremo Tribunal Federal. A decisão ocorre em meio a uma série de desdobramentos envolvendo o Banco Master e apurações correlatas.

ESPORTES

João Fonseca e Marcelo Melo são campeões de duplas no Rio Open.

Crédito: Rio Open

João Fonseca e Marcelo Melo conquistaram o título de duplas do Rio Open ao vencer Robin Haase e Constantin Frantzen por 2 a 1. Os brasileiros perderam o 1º set por 6/4, empataram com 6/3 e fecharam no “super tie-break” 10/8, formato em que a parcial vai até 10 pontos, com dois de diferença.

No 1º set, Fonseca e Melo chegaram a quebrar o serviço dos adversários no início, mas cederam a parcial em 6/4. No 2º, a dinâmica mudou: potência no saque de Fonseca e presença de Melo na rede abriram 5/0, antes de Haase e Frantzen reagirem e reduzirem a diferença com duas quebras.

Com o jogo empatado, a final foi para o “super tie-break”. A parcial ficou equilibrada e o ponto do título veio em um ace de Fonseca para fechar em 10/8. Foi o primeiro título de duplas de João Fonseca e o bicampeonato de Marcelo Melo no Rio Open.

POLÍTICA

Governo Lula atinge R$ 1,4 BI em gastos no cartão corporativo.

Crédito: Ricardo Stuckert 

A Presidência da República já gastou mais de R$ 1,4 bilhão com cartão corporativo desde o início do mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023, até fevereiro de 2026. Só em 2025, as despesas somaram mais de R$ 423 milhões, com pagamentos a empresas de serviços, fornecedores de materiais de construção e plataformas de alimentação, como o iFood.

O Tribunal de Contas da União aponta que mais de 99% desses gastos não são detalhados publicamente. No mesmo período, o TCU também registra que o total “até agora” supera R$ 1,8 bilhão, mantendo a discussão sobre transparência e controle do uso do dinheiro público.

O Palácio do Planalto afirma que os valores são usados exclusivamente para despesas de segurança, logística e funcionamento da Presidência e que não existe “sigilo eterno”, porque os dados devem ser divulgados ao fim do mandato, conforme a legislação vigente. A comparação citada no texto indica cerca de R$ 27 milhões no governo Jair Bolsonaro em quatro anos.

TECH

iPod volta a moda entre a Geração Z.

Crédito: Innioasis

A Geração Z está impulsionando uma retomada do interesse por iPods e tocadores de música dedicados, segundo a Digital Trends. O movimento combina estética retrô com busca por consumo de música offline e menos dependência do smartphone.

Relatos indicam aumento nas buscas e compras de modelos antigos em marketplaces e fóruns especializados. Parte do apelo está na experiência focada, sem notificações e redes sociais competindo por atenção.

A tendência se conecta a um movimento mais amplo de “desconexão seletiva”, em que jovens optam por dispositivos dedicados para tarefas específicas, como ouvir música, deixando o celular fora da equação.

GEOPOLÍTICA

iPod volta a moda entre a Geração Z.

Crédito: REUTERS/Carlos Barria

A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou um conjunto relevante de tarifas globais associadas a Donald Trump ao decidir que a International Emergency Economic Powers Act não dá ao presidente autoridade para impor tarifas. O placar foi 6 a 3, com a Corte limitando o uso do instrumento como base para cobrança.

O caso foi julgado em Learning Resources, Inc. v. Trump, e a decisão atinge tarifas cobradas sob ordens ancoradas na IEEPA. O desfecho abriu debate imediato sobre continuidade da cobrança nos portos e o tamanho potencial de reembolsos, com estimativas citadas por pesquisadores e reportagens apontando impacto relevante em arrecadação e devoluções.

Após o revés, o governo indicou que pretende substituir parte das tarifas derrubadas usando outras bases legais, com anúncio de novas medidas e investigações comerciais. A reconfiguração mantém o tema tarifário no centro da agenda econômica e de comércio internacional dos EUA.

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